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Minicidades desafiam os síndicos

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Condomínios são minicidades povoados por moradores dos mais diferentes hábitos, culturas e comportamentos. Quem mora em um condomínio sabe que não é nada fácil, mas também não precisa ser difícil.

Para tornar a convivência mais respeitosa e saudável possível, existe uma convenção e o regimento interno. Porém, muitos desconhecem as regras contidas nesses documentos ou não sabem aplicá-las.

Diante disso, eles recorrem ao escritório do Sindicato de Habitação e Condomínios (Secovi), em Maringá. A dificuldade começa em distinguir os direitos e os deveres de cada um.

A assessora jurídica do Secovi, Élida Mondadori, explica que na convenção condominial se estabelece as reuniões, assembleias, direitos, deveres e outros assuntos. Já no regimento, define-se as regras como horário de mudanças, reformas, convívio com animais, entre outras situações que podem ser mais flexíveis.

Além dessas normas, há uma outra ferramenta condominial que pode evitar uma série de conflitos entre os moradores: a assembleia, um meio legítimo para discutir e propor melhorias, mas quase sempre é pouco valorizado. Além de participar dos debates, cabe ainda ao morador não só apontar o dedo para os problemas, mas sobretudo sugerir soluções.

"Um grupo que se sentia prejudicado não me dava sossego. Pessoas que antes me apoiavam estavam criando confusão por um dinheiro que não ia deixar ninguém mais pobre e cuja cobrança era justa. Cansei e saí". Seis anos depois, Cida, como é chamada pelos condôminos, voltou por insistência dos moradores.

"Ser síndico parece simples, mas dá trabalho. Estou no cargo há três anos e já fiz várias reformas. E isso dá mais trabalho ainda", comenta. Agora, acolhida até por ‘quem a aborrecia’ na gestão anterior, a síndica voltou com mais garra. "Estou mais animada. As pessoas não precisam gostar de mim, mas devem respeitar o meu trabalho".

Fonte: odiario.com





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